Testamento Vital

Vivemos em uma cultura de prolongamento artificial da vida. Quando se fala em testamento vital, as pessoas pensam que se trata de um salvo-conduto para a eutanásia, quando não é nada disso, mesmo porque a eutanásia é proibida pela legislação. Estamos falando que, mesmo no fim da vida, a vontade do paciente pode e tem que ser respeitada.

O que é o testamento vital?

O testamento vital é um documento, redigido por uma pessoa no pleno gozo de suas faculdades mentais e maior de 18 anos, com o objetivo de dispor acerca dos cuidados, tratamentos e procedimentos que deseja ou não ser submetida quando estiver com uma doença ameaçadora da vida, fora de possibilidades terapêuticas e impossibilitado de manifestar livremente sua vontade.

Por não existir legislação específica no Brasil sobre o assunto bem como nenhuma determinação legal para formalização do testamento vital é preciso que tudo seja feito de forma cuidadosa e amparada por um médico e um advogado, ambos de sua confiança.

Conte sua história de vida e seus valores, quem são as pessoas de sua confiança para estarem com você nesse possível momento e suas prioridades, como por exemplo ficar perto dos netos e animais de estimação.

Explique seus motivos para as pessoas importantes na sua vida para que elas entendam que você se sente mais tranquilo sabendo que suas vontades serão atendidas.

Em linhas gerais, o testamento vital nos ordenamentos jurídicos estrangeiros tem como conteúdo disposições de recusa e/ou aceitação de tratamentos que prolonguem a vida.

Sendo assim a pessoa pode se recusar antecipadamente por exemplo a receber alimentação induzida se um dia vier desenvolver Mal de Alzheimer e alcançar um estágio avançado.

Elaine Morais




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